segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mude o seu hábito alimentar

Uma dieta saudável, aliada à prática de exercícios, ajuda a melhorar o seu metabolismo

Com a correria do dia a dia, fica cada vez mais difícil manter uma alimentação saudável e rica em nutrientes. Muitas vezes, recorremos aos fast foods e às comidas industrializadas, tendo, com isso, um resultado não muito satisfatório: a obesidade. O número de obesos no Brasil cresce tanto que já foi até considerado um caso de saúde pública. Mas, além dos problemas genéticos, a obesidade está relacionada a problemas de má qualidade nas refeições.
Os famosos fast foods têm o seu valor nutricional muito baixo e, para desenvolver os sabores que foram perdidos durante o processo de fabricação, são adicionadas grandes quantidades de açúcares, gorduras e sal. Tudo isso causa danos para a saúde – e um deles é a obesidade. No Brasil, cerca de 30% da população já é considerada obesa. Em conversa com o Dr. Luiz Vicente Berti, cirurgião gástrico do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica, ele explicou que, para saber o IMC (Índice de Massa Corpórea) do paciente, devemos dividir o seu peso em quilogramas por sua altura ao quadrado. Se o resultado for acima de 35 kg, ele é considerado obeso.
 Essa doença traz consigo vários outros problemas de saúde como: hipertensão, colesterol, riscos de infarto, problemas psicológicos, diabetes, problemas na coluna e até no aparelho reprodutivo, reduzindo a fertilidade. Também aumenta a incidência de câncer de cólon, mama, estômago, reto, útero e próstata. De acordo com o Dr. Berti, um dos tratamentos indicados é a cirurgia bariátrica, “um procedimento que tem por objetivo proporcionar e manter uma perda importante de peso, que, somado a um programa de mudança comportamental, consegue o controlar a obesidade mórbida e suas consequências”. Porém, ainda segundo o cirurgião, todos os doentes devem tentar, inicialmente, dietas e exercícios físicos.
Uma das práticas para combater o ganho excessivo de gordura e viver melhor é uma dieta balanceada. A nutricionista Lorença Dalcanale diz que um dos principais pilares para a manutenção, ganho e perda de peso está no balanço energético diário. Ou seja, se ultrapassar e consumir mais calorias do que gasta, irá engordar. Contudo, se promover um déficit calórico, emagrecerá e, mantendo o equilíbrio, manterá as novas medidas. “Sem dúvida, a atividade física é uma das principais armas para que você consiga promover esse equilíbrio, evitando o ganho de peso”.
As famosas dietas milagrosas, que prometem fazer com que você emagreça em pouco tempo, funcionam por um determinado período, porque são difíceis de serem adaptadas a uma dieta nutritiva. Por isso, Lorença recomenda que sejam usadas com muita cautela e somente sob supervisão médica. A nutricionista ainda dá uma dica para as pessoas que não têm muito tempo para se alimentar de forma correta: “O uso de shakes prontos, para substituir refeições quando você estiver sem outra opção, substitui de forma fácil e rápida o almoço ou o jantar”. Não é tão nutritivo, mas melhor que fast food. Com uma mudança na sua forma de se alimentar você também previne males como: diabetes, câncer e doenças cardíacas.
Para levar uma vida melhor, tenha sempre uma refeição equilibrada aliada ao consumo de água e prática regular de atividades físicas. Assim você aumenta sua imunidade, pode chegar ao peso ideal e previne doenças.


Três regras para melhorar sua alimentação 
VARIEDADE: não existe um alimento que contenha todos os nutrientes necessários para uma boa saúde. Portanto devemos variar ao máximo os alimentos para que nosso organismo possa absorver os mais diversos nutrientes.
MODERAÇÃO: todos os alimentos podem ser consumidos, desde que com muita moderação, levando-se em conta uma boa distribuição entre os grupos de alimentos (carboidratos, proteínas e gorduras).
QUALIDADE: significa comer mais alimentos saudáveis, ou seja, aqueles que tenham vitaminas, minerais e fibras – e menos alimentos pouco nutritivos que contenham calorias “vazias”.

Dicas de exercícios para perder peso
O processo de perda de peso é resultado de um gasto calórico associado a uma alimentação balanceada e controlada. Os exercícios mais indicados para perder os indesejados quilos extras são aqueles que movimentam o corpo todo, exigindo maior esforço físico e força muscular. A musculação realizada em circuitos, alternada com trabalho cardiovascular (como corrida e bike), é uma ótima estratégia para quem deseja obter esse resultado.
O ideal é procurar sempre um profissional qualificado que irá estabelecer uma estratégia personalizada para cada aluno.
Fonte: Carlos Klein, Personal Trainner.

Slackline: harmonização entre corpo e mente



O esporte que busca inovação no equilíbrio também é ótimo para o corpo

Uma fita esticada entre dois pontos com pessoas se equilibrando nela e fazendo manobras. A princípio, podemos pensar que sejam alguns atores circenses treinando para mais uma apresentação no grande picadeiro. Engano nosso. O cenário muda quando essa fita é esticada entre duas montanhas e não há nenhuma cama elástica, caso você caia. A única proteção é um cinto com uma corda presa na fita que está esticada. Isso tudo pode até parecer loucura, mas não é. Esse é o slackline, um esporte que agora vem fazendo a cabeça de alguns brasileiros que gostam de se aventurar radicalmente.
 É muito comum hoje ver pessoas praticando esse esporte em praias do Rio de Janeiro (RJ), parques e locais com um visual bem diferente e bacana. Para praticar essa nova modalidade esportiva você só precisa de força de vontade para tentar andar sobre a fita, procurando, cada vez mais, conseguir o equilíbrio do seu corpo. De acordo com Pedro Andrade, esportista da SlackRio, empresa pioneira em divulgar e disponibilizar o esporte, a única recomendação é que a fita seja montada a uma altura baixa enquanto você estiver aprendendo – mas, com o tempo e a evolução do atleta, essa medida pode ser aumentada.
A modalidade não tem nenhuma contraindicação. Pelo contrário: Frederico Menezes, que também é slackliner, conta que ela é “praticada por pessoas com deficiência visual e portadores de síndrome de down. A ideia é que essas pessoas percam o medo e ganhem mais confiança, além de desenvolver a musculatura e ganhar força física”. E lembra que, para as crianças, é sempre recomendado o acompanhamento de um adulto.
O esporte trabalha muito a coordenação motora das pessoas, além da harmonização entre corpo e mente. É um ótimo exercício físico, ajudando a desenvolver a paciência e capacidade de superar dificuldades. Por isso, fazer o slackline requer um alto nível de disciplina e concentração: “o que a pessoa aprende na fita leva para o resto da vida, sempre em busca do equilíbrio”, diz Pedro Andrade.
Existem, ainda, algumas variações, dependendo de como é praticado: o waterline só se realiza sobre a água; o highline é feito em grandes alturas, como em pontes e montanhas; o trickline, que é a prática de acrobacias sobre a fita, costuma ser afixada bem próxima ao chão e bastante tensionada; e o longline, que é praticado, normalmente, acima de 40 metros.
O esporte surgiu na Califórnia dos anos 80, quando os escaladores perceberam que, ao andarem em cima de correntes e corrimões, fortaleciam as pernas e o corpo, o que dava um equilíbrio maior e ajudava nas escaladas. Começaram, então, esticando as fitas entre árvores para andar por cima. Depois disso, virou uma modalidade esportiva e só chegou ao Brasil em 1995, trazido por alguns escaladores estrangeiros. Mas foi entre 2003 e 2004, quando um praticante esticou a sua fita na Pedra da Gávea (RJ), que começou a ganhar, de fato, mais adeptos na modalidade.

Aprenda a montar o seu 
Existem duas maneiras para montar o equipamento. O primeiro método é mais conhecido como “primitivo”, e é feito, basicamente, com os equipamentos de escalada. Já o novo método de montar é mais prático:

Método primitivo
- 2 braçadeiras (fitas que serão amarradas ao redor da árvore ou base)
- 2 aros de rappel (um será usado para travar a fita na árvore e o outro para travar ela na hora de tensionar)
- 1 fita de slackline (pode ser tubular ou plana)
- 3 mosquetões (com eles você irá usar um sistema de tensão para esticar a sua fita)
- 2 protetores de árvores (é bom que você sempre envolva a árvore ou coqueiro, para não machucar a casca)

Método novo
- 1 fita de slackline (pode ser tubular ou plana)
- 1 fita com uma catraca (que vai ser usada para tensionar ou esticar a fita)


domingo, 1 de maio de 2011

Eu adoro voar (Clarice Lispector)

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Oportunidade, cadê?


A palavra oportunidade vem martelando diariamente na minha cabeça. Por que as empresas não dão oportunidade para profissionais recém-formados ou sem muita experiência em determinada área de trabalho? Me pergunto isso direto.


Toda vez que vejo um anúncio de emprego, vem lá “3 anos de experiência na área“. Vamos lá gente, estamos na era digital, mídia social, tudo muda a todo instante, então, para que profissional com tanto tempo de experiência? Pode ser que ele já esteja até desatualizado do jeito que tudo anda hoje.

Os empresários deveriam dar mais oportunidades para os jovens profissionais se inserirem no mercado de trabalho. Precisamos renovar, colocar sangue novo.

Força de vontade em aprender pode contar muito mais que anos e anos de experiência. Como podemos exigir tanto das pessoas se elas não tem a oportunidade de mostrar para o mundo seu trabalho e a sua vontade em aprender cada dia mais?

Infelizmente, não vivemos em um país com tantas oportunidades assim, se hoje você não tem um bom “QI” (quem indica), você não consegue um bom emprego ou “descola” uma ótima entrevista de emprego.

Quando será que os jovens profissionais terão sua oportunidade no mercado de trabalho??

terça-feira, 13 de julho de 2010

Escolhas

Sempre acreditei no ditado que diz: “A vida é feita de escolhas”.

Realmente a todo momento isto nós é colocado em prova. Quando tinha quinze ou dezesseis anos, fiz a primeira grande escolha da minha vida. Cheguei para minha mãe e disse: “quero começar a trabalhar e ter a minha independência financeira”; Meus pais nunca se opuseram às minhas escolhas. Pelo contrário, sempre me apoiaram.

Desse dia em diante tudo começou a mudar. Fui até o Centro Social de Votuporanga e me inscrevi para um curso de formação para o primeiro emprego. Lá, aprendi muita coisa e conheci pessoas maravilhosas.

Depois de ter concluído o curso, esperei alguns meses e comecei a trabalhar. Como foi bom receber o meu primeiro salário. Me lembro que recebi somente uma parte por começar a trabalhar no meio do mês. Recebi R$ 60,00 reais dentro de um envelope feito com papel de rascunho. Eu o tenho guardado ainda.

Fiquei um tempo nesse emprego, e mesmo trabalhando lá, o pessoal do Centro Social me levou para fazer entrevista em uma das maiores empresas da cidade. Esse emprego era o sonho de consumo de qualquer DAFIC (Departamento de Apoio, Formação e Integração a Comunidade), como éramos chamados. Passei na entrevista e comecei a trabalhar lá.

Foi nessa empresa aonde cresci como profissional, aprendi milhares de coisas e fiz os melhores amigos que alguém pode ter.

Quando completei 18 anos, fui registrada como funcionária. Naquela idade, terminando o colegial, mais uma escolha a ser tomada. Fazer faculdade do quê? Para escolher melhor, decidi ficar um ano parada. Depois, me inscrevi para o vestibular, iria fazer Direito. Jurava que um dia seria uma grande juíza.

No terceiro mês de faculdade vi que não era exatamente aquilo que queria. Direito Penal, Direito Civil, códigos, parágrafos e incisos, não, realmente aquilo não era para mim. No outro dia já tranquei minha matrícula.

Parei por dois anos, e assistindo um filme decidi: Vou ser JORNALISTA!

Não tive dúvidas, adorei o curso, os professores, enfim, havia me encontrado!

Trabalhava durante o dia, chegava em casa e ia para faculdade. Foram quatro anos de muito trabalho e força de vontade. O dinheiro que ganhava, ficava praticamente todo para pagar a mensalidade. Mas valia a pena! Valeu a pena!

Último ano, correria de monografia e paralelo com tudo isso tinha a empresa. Nesse meio tempo, recebi uma promoção que agarrei com as duas mãos. Fui “supervisora” do meu setor, não me cabia de felicidade, tudo bem que não tinha muito a ver com a faculdade. Trabalhava com treinamento e desenvolvimento e também fazia a parte de comunicação interna e divulgação dos eventos da empresa, Elaborava os banners e cartazes.

Mas, como nem tudo são flores, algumas promessas não foram cumpridas e minha vontade de alcançar novos horizontes e me dedicar ao jornalismo foi falando mais alto.

Foi nesse tempo que fiz uma grande e importante escolha em minha vida. Pedi demissão!

Muitos não acreditam que iria sair de lá, afinal, foram oito anos de empresa. Deixei para trás um bom salário, ótimo emprego em uma das maiores empresas da cidade. Tudo isso pra quê? TRABALHAR COM JORNALISMO, correr atrás do meu sonho.

E como sempre digo, a vida é feita de escolhas. Eu fiz a minha. Pode não ter sido a certa, mas digo que estou muito feliz com ela.

Ainda não arrumei um emprego, infelizmente. Mas não desisto, afinal, esta é minha escolha e este é o meu SONHO.

segunda-feira, 15 de março de 2010

video
Vídeo Treinamento desenvolvido para os funcionários da empresa Facchini S/A falando sobre os conceitos do Programa 5S, e como seriam suas aplicações no ambiente de trabalho. Alguns trechos foram editados, pois continham fotos e alguns dados da indústria.